DSC2417 DSC2429 3 DSC2448Na manhã desta quinta-feira, 1º de dezembro, a Comissão de Gestão Ambiental do Ministério Público do Maranhão realizou a reunião de encerramento das atividades do ano de 2021. Membros e servidores, integrantes da comissão e da Administração Superior, participaram da atividade. Durante a ocasião, foram sorteados brindes e distribuídas mudas de plantas.

Representando o procurador-geral de justiça, Eduardo Nicolau, a subprocuradora-geral de justiça para Assuntos Administrativos, Regina Maria da Costa Leite, destacou a importância dos trabalhos desenvolvidos pela comissão durante o ano, em especial a distribuição de mudas de árvores nativas, por meio do projeto Café Sustentável, feito em parceria com a Universidade Estadual do Maranhão (Uema), e a criação do Estacionamento Verde, na área da PGJ, considerado o primeiro do tipo no Brasil. “Os trabalhos impactaram positivamente na forma de abordagem das questões ambientais no âmbito da Procuradoria Geral de Justiça, objetivando o estímulo e a promoção de conduta dos membros e servidores relacionados à preservação do meio ambiente”, disse.

Em seguida, o diretor da Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag), o promotor de justiça Carlos Henrique Rodrigues Vieira, discorreu sobre a importância do saneamento básico para o crescimento social e econômico do Maranhão e do país. "Os Direitos Humanos são o conjunto de diretos básicos para que todos tenham uma vida digna, com saúde, educação, segurança, trabalho, moradia e a um meio ambiente equilibrado e sustentável. Portanto, temos que garantir o saneamento básico”, completou.

Comentando sobre o relatório Trata Brasil que indica os benefícios econômicos do saneamento, o promotor de justiça disse ser necessário derrubar a ideia de que o investimento em saneamento não gera benefícios econômicos para o setor público. “São inúmeros os benefícios gerados pelo saneamento. Em primeiro lugar, a economia com gastos na saúde pública e o aumento da produtividade de todos. Há, ainda, a valorização imobiliária e o crescimento da renda proveniente das atividades turísticas”, elencou.

E concluiu: “Embora não seja um tema interno nosso, nós podemos contribuir para instigar as demais instituições para tratar dessa temática”.

Encerrando a reunião, a coordenadora da Comissão de Gestão Ambiental, procuradora de justiça Mariléa Campos dos Santos Costa, destacou o engajamento e empenho de todos os membros da comissão para a defesa da causa ambiental. “Todos os integrantes dessa comissão são coesos na defesa do meio ambiente. Demonstraram isso em suas práticas. Cada um de nós deu sua contribuição em casa ou no trabalho. Atingimos metas que culminaram na seletiva para o prêmio do Conselho Nacional do Ministério Público. Portanto, cumprimos o nosso dever”, afirmou.

Redação: CCOM-MPMA

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