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APICUM-AÇU – Teses defendidas pelo MPMA resultam em condenações que somam 35 anos

Publicado em 10/04/2026 09:48 - Última atualização em 10/04/2026 09:48

Promotor de justiça Igor Marques defendeu teses do Ministério Público

Foram realizadas, nesta quarta, 8, e quinta-feira, 9, duas sessões do Tribunal do Júri de Bacuri, na sede da Câmara de Vereadores de Apicum-Açu (termo judiciário).

Na primeira sessão, o réu Uaunes Rocha Rodrigues Júnior foi condenado a 12 anos de reclusão, pelo homicídio qualificado de Nalcenildo dos Santos, em 20 de fevereiro de 2022. A pena deve ser cumprida em regime inicial fechado, na Unidade Prisional de Pinheiro.

As sessões foram presididas pelo juiz Carlos Alberto Matos Brito e as teses do Ministério Público foram defendidas pelo promotor de justiça Igor Adriano Trinta Marques, que responde temporariamente pela Promotoria de Bacuri.

O condenado efetuou dois disparos de arma de fogo contra a vítima. O segundo disparo foi feito à curta distância, após a vítima já estar caída, o que determinou a qualificadora de recurso que dificultou a defesa da vítima.

O Ministério Público destacou a desproporcionalidade da conduta e a inexistência de agressão atual que justificasse a reação.

TENTATIVA DE HOMICÍDIO

Na segunda sessão, o réu Dalton Caldas foi condenado a 23 anos de reclusão, em regime inicial fechado, devido à tentativa de homicídio qualificado contra Clodomar dos Santos Borges e Kássia Jane dos Santos Borges, em 20 de fevereiro de 2012.

O crime foi cometido por meio de golpes de facão. Clodomar foi atingido na região da cabeça e Kássia sofreu ferimentos na região mamária e no braço.

As qualificadoras defendidas pelo Ministério Público foram as de motivo torpe e recurso que dificultou a defesa das vítimas, uma vez que o ataque foi súbito e direcionado a regiões vitais, evidenciando intenção de matar.

Redação: CCOM-MPMA