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IMPERATRIZ – MPMA recebe visita de alunos da Unisulma

Publicado em 22/05/2026 09:47 - Última atualização em 22/05/2026 10:06

Estudantes conheceram o fluxo diário de trabalho da 4ª Promotoria de Justiça de Imperatriz

Na manhã desta quinta-feira, 21, o Ministério Público do Maranhão recebeu a visita de alunos do 2º período de Direito e do 9º período de Psicologia da Unidade de Ensino Superior do Sul do Maranhão (Unisulma). A programação incluiu o conhecimento do fluxo de trabalho da área criminal, e a apresentação da campanha “Silêncios que Clamam”.

Durante a visita, a titular da 4ª Promotoria de Justiça Criminal de Imperatriz, Patrícia Fernandes Gomes Costa Ferreira, proporcionou aos estudantes uma visão prática sobre o funcionamento do fluxo do órgão. Foi explicada a rotina institucional e detalhada as atribuições e áreas de atuação dos promotores de justiça na esfera criminal, exemplificando os procedimentos diários.

Os alunos conheceram o trâmite de recebimento de inquéritos policiais, oferecimento de denúncias e acompanhamento dos processos judiciais.

Foram explicados instrumentos como os Acordos de Não Persecução Penal (ANPPs), o enfrentamento aos crimes da Lei de Drogas, os procedimentos dos Juizados Especiais Criminais (Jecrim). Além disso, foi destacada a atuação na repressão de violências físicas, psicológicas e sexuais cometidas contra crianças e adolescentes.

CAMPANHA

A campanha “Silêncios que Clamam” também foi apresentada aos alunos da Unisulma

Foi realizada, ainda, uma roda de debates com foco na defesa da infância e juventude. O encontro teve como tema a campanha “Silêncios que Clamam”, iniciativa dedicada ao combate e à prevenção de crimes contra a dignidade sexual de crianças e adolescentes. A campanha foi idealizada pela promotora de justiça Patrícia Fernandes em parceria com os promotores de justiça Carlos Róstão e Fernando Berniz.

Patrícia Fernandes explicou que a campanha tem o objetivo de dar voz às vítimas, romper o ciclo de silêncio e conscientizar a sociedade. A representante do MPMA abordou a natureza desses crimes, os traumas gerados e os agravantes legais aplicados aos agressores.

O debate também enfatizou a importância da rede de proteção e as estratégias para que a sociedade e os futuros profissionais atuem de forma ativa na identificação e prevenção desses delitos.

Redação: CCOM-MPMA