
Quanto à notícia divulgada pelos veículos de comunicação sobre uma possível representação que teria sido apresentada pela Associação dos Membros do Ministério Público do Estado do Maranhão (AMPEM) ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), atribuindo supostas irregularidades à atual Administração do Ministério Público do Maranhão, a procuradora-geral de Justiça, Maria de Fátima Rodrigues Travassos Cordeiro, esclarece que não foi notificada pelo Conselho Nacional do Ministério Público e que, caso seja notificada, irá se pronunciar nos termos da lei, garantindo o cumprimento do princípio constitucional da transparência, com provas contundentes da absoluta regularidade e legitimidade de todos os atos praticados ao longo destes meses à frente da Administração do Ministério Público do Estado do Maranhão.
A procuradora esclarece, ainda, que tomou conhecimento, extra-oficialmente, de que a AMPEM teria encaminhado aos membros da Instituição Ministerial correspondência comunicando a apresentação da suposta representação ao CNMP. Caso o conteúdo da suposta representação ao CNMP seja o mesmo, a procuradora-geral de Justiça espera que a referida Associação de Classe, da qual é associada, aja de maneira responsável, para preservar o Ministério Público do Estado do Maranhão, Instituição de sólida credibilidade junto à sociedade e a todas as instâncias decisórias do Estado e da República, de uma ilegítima e inconcebível exposição pública.
Fátima Travassos esclarece, por fim, que cabe à AMPEM, entre seus objetivos principais, a defesa judicial e extrajudicial de seus associados e a defesa dos interesses do Ministério Público.