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Plano de Enfrentamento ao Crack é discutido na Procuradoria Geral de Justiça

Publicado em 22/10/2010 11:23 - Última atualização em 03/02/2022 16:42

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Uma reunião de trabalho com representantes de várias prefeituras sobre o Plano Nacional de Enfrentamento ao Crack e outras Drogas está sendo realizada nesta sexta-feira, 22, no auditório da Procuradoria Geral de Justiça. O encontro tem participação do coordenador nacional de Subvenção Social da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), Manoel Teles de Menezes Neto.

O objetivo da reunião é oferecer aos representantes e gestores municipais informações para que eles possam desenvolver corretamente os projetos de ações a serem encaminhados ao Governo Federal na área de enfrentamento ao problema das drogas nos municípios. De acordo com Manoel Menezes Neto, o Maranhão envia pouquíssimos projetos do tipo à Senad. Além disso, a maior parte deles não atende aos requisitos exigidos pela secretaria.

Segundo a promotora de Justiça Maria da Glória Mafra, titular da 28ª Promotoria Criminal e presidente do Conselho Estadual de Política sobre Drogas, o prazo para o envio de projetos para este programa se encerra até o dia 9 de novembro. Até lá, o Ministério Público do Maranhão vai acompanhar o trabalho das prefeituras. Já existem, inclusive, diversos convites para que o MP vá aos municípios para auxiliar no trabalho de sensibilização dos legislativos municipais.

Plano

O Plano Nacional de Enfrentamento ao Crack e outras Drogas tem o objetivo de atuar na prevenção do uso, no tratamento e na reinserção social de usuários e no enfrentamento do tráfico de crack e outras drogas ilícitas. Os recursos disponibilizados para o desenvolvimento destas ações em todo o país são da ordem de R$ 410 milhões.

Dados do Ministério da Saúde estimam que o número de usuários de crack subiu de 380 mil, em 2005, para 600 mil atualmente. Além disso, o consumo da droga não fica mais restrito às regiões mais desenvolvidas do país, chegando inclusive às pequenas cidades do interior, e vem se espalhando por diversas classes sociais. “O problema é gravíssimo e devemos todos fazer um pacto pela vida”, conclamou Glória Mafra.

Redação: Rodrigo Freitas (CCOM-MPMA)