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Promotoria Itinerante encerra atividades no Angelim em audiência pública no dia 11 de janeiro e inicia no dia 13 na Vila Nova e áreas vizinhas

Publicado em 06/01/2011 10:43 - Última atualização em 03/02/2022 16:38

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A 22ª Promotoria Itinerante de São Luís vai realizar, na próxima terça-feira, 11, às 19h30, na Associação dos Moradores do Angelim (Av.03, s/n, praça do Viva-Angelim), o encerramento dos atendimentos realizados no bairro e nas comunidades vizinhas como o Novo-Angelim, Piquizeiro e Pão de Açúcar. Na oportunidade, o promotor de Justiça Vicente de Paulo Silva Martins vai fazer o balanço das ações realizadas no ano de 2010.

No Angelim, a Promotoria Itinerante promoveu 44 atendimentos, referentes a questões de cunho coletivo e individuais. Prestou orientação jurídica e firmou acordos extrajudiciais, contribuindo também para a prevenção de litígios desnecessários.

No próximo dia 13, às 19h30, o ônibus itinerante do MPMA vai ser instalado na União dos Moradores da Vila Nova (Av. Senador Sarney, nº 11), atendendo moradores desse bairro e também das comunidades da Vila Ariri, Fumacê, Vilas Mauro Fecury I e II, Alto da Esperança, São Raimundo, São Mateus e Anjo da Guarda. A previsão de permanência no local é de aproximadamente três meses.

Desde o ano de 1998, data da criação das Promotorias Comunitárias Itinerantes, já foram realizados 2.387 atendimentos individuais em diversas comunidades de São Luís. “A meta é intensificar o trabalho da promotoria para diagnosticar problemas e conflitos nas comunidades com o objetivo de descentralizar a prestação de serviço, atendendo a população em seus bairros”, afirma o promotor Vicente de Paulo Silva Martins.

Entre os problemas relatados durante as audiências públicas, destacam-se: deficiências no serviço de transporte coletivo; saturamento da rede de esgoto; falta de limpeza nas áreas públicas e de terrenos baldios; falta de limpeza e de higiene nas feiras; deficiência de segurança pública; ausência de postos de saúde; ocupações irregulares de áreas públicas; falta de infraestrutura de ruas; ausência de programas sociais para implantação de praças, quadras de esportes, lazer, escolas profissionalizantes e creches; obras públicas não concluídas; e deficiência de iluminação pública.

Redação: Michele Cerveira (CCOM/MPMA)