

Diretores da Associação Comercial do Maranhão, ACM, estiveram nesta segunda-feira, 08, na Procuradoria Geral de Justiça, onde foram recebidos pela procuradora-geral Maria de Fátima Rodrigues Travassos Cordeiro. A visita teve como objetivo intensificar o diálogo entre a entidade e o Ministério Público estadual.
Participaram da visita a vice-presidente da ACM Luzia Rezende, o assessor jurídico José Mário Romão e os diretores Douglas Pinho, Leo Coelho, Silvino Gullar e Dilma Pinheiro. Na ocasião, eles manifestaram total apoio as ações do Ministério Público estadual. E, aproveitaram a oportunidade para colocar algumas questões enfrentadas pelos empresários, como a atuação informal dos imigrantes coreanos no comércio de São Luis. “Os coreanos estão prejudicando o comércio em geral, eles não constituem empresa, sonegam impostos e não atendem aos direitos trabalhistas”, ressaltou a vice-presidente.
Além dessa questão, a diretoria da ACM também falou à procuradora-geral da necessidade de uma atenção do poder público sobre a regularização das faixas de domínio, ou seja, tem muito proprietário construindo além dos limites do seu terreno, o que provoca desorganização no espaço urbano, principalmente na área do Araçagy e da Raposa, segundo os empresários.
A procurador-geral Fátima Travassos disse aos empresários que, em breve, vai se reunir com os promotores das áreas para que se possa dar efetividade a essas reivindicações. A diretoria da ACM agradeceu a acolhida e colocou a ACM a disposição do Ministério Público para juntos contribuírem com a melhoria da sociedade.
AGED
A procuradora-geral de Justiça Fátima Travassos também recebeu nesta segunda-feira, 08, a visita do secretário de estado da Agricultura Cláudio Azevedo, do diretor-geral da Agência Estadual de Defesa Agropecuária, AGED, Fernando Lima e do assessor jurídico Bolivar Vieira.
Eles também vieram agradecer o apoio do Ministério Público na realização da campanha de vacinação contra a aftosa. Segundo Fernando Lima, até o presente momento, a AGED conseguiu vacinar mais de 96% do rebanho bovino do estado.
O diretor da AGED, aproveitou a visita de agradecimento para pedir à procuradora-geral, que reforçasse o apoio dado pelo Ministério Público à agência, no sentido de ajudar a convencer aqueles criadores que resistem em vacinar o gado. “O Maranhão hoje tem um rebanho de 7 milhões de cabeças, desse total cerca 3,4% ainda não foi vacinado, como a lei obriga o criador a vacinar queremos que o Ministério Público reforce o apoio para que agente cumpra a meta de 100%. Essa vacinação além de ser uma questão econômica é também de saúde pública, salientou o diretor da AGED.