Para averiguar a evolução das obras
estruturais na sede das Promotorias
de Justiça da Capital, uma comissão formada pelos promotores de Justiça Haroldo Paiva de Brito (diretor das Promotorias de Justiça), Luis Gonzaga Martins Coelho (diretor-geral da PGJ) e José Augusto Cutrim Gomes (presidente da Ampem) visitou o prédio na manhã desta segunda-feira, 9. A equipe da Coordenação de Obras, Engenharia e Arquitetura do MPMA também acompanhou a inspeção.
O engenheiro civil Lourival Loureiro, da Jatobeton Engenharia, construtora responsável pela obra, informou que já foi concluído 26% do trabalho físico. Na última vistoria, realizada em 21 de junho, apenas 10% da reforma havia sido feita. O planejamento da reforma prevê a divisão do edifício do Calhau em três setores.
No primeiro e terceiro setores, 50% dos pilares e fundações foram concluídos. No segundo setor, 100% dos pilares e fundações foram concluídos, restando apenas a reforma em uma viga. “A reforma no prédio segue uma ordem: fundações, pilares, vigas e lajes”, explicou o engenheiro. Loureiro explicou, ainda, que foi detectada a necessidade de construir dez novos pilares e fundações no edifício, além da reestruturação das vigas já existentes.
De acordo o engenheiro civil Paulo Helene, da PhD Engenharia, três adequações no projeto final da reforma serão necessárias. A empresa é responsável pela avaliação e elaboração do projeto de recuperação estrutural. “O prédio foi inaugurado fora das normas técnicas brasileiras e apresenta estrutura instável”. Entre as novas intervenções, será feito o redimensionamento dos pilares, construção de novas vigas e mudança na altura e espessura da fundação.
Redação: Johelton Gomes (CCOM-MPMA)
Fotografia: Francisco Colombo (CCOM-MPMA)