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Procuradores e Promotores de justiça da área criminal participam de reunião

Publicado em 04/04/2019 10:32 - Última atualização em 03/02/2022 17:26

crim mp 1crim mp 2crim mp 3Por iniciativa da Subprocuradoria Geral de Justiça para Assuntos Jurídicos, em parceria com os Procuradores de Justiça Criminais do Ministério Público do Maranhão, foi realizada nesta quarta-feira, 3, na sede da Procuradoria Geral de Justiça, uma reunião com os promotores de justiça que atuam na área de execução penal em São Luís e com o Centro de Apoio Operacional Criminal (CAOp-Crim).

Temas como desaforamento (deslocamento da competência de uma comarca para outra, para que nesta seja realizado o julgamento pelo Tribunal do Júri), imediata execução da pena após condenação em segunda instância e o sistema de monitoração eletrônica de pessoas submetidas a medida cautelar de restrição de liberdade ou condenadas por sentença transitada em julgado, entre outros assuntos, estiveram na pauta das discussões.

Pela administração superior do MPMA, estiveram presentes o procurador-geral de justiça, Luiz Gonzaga Martins Coelho, o corregedor-geral, Eduardo Hiluy Nicolau, e o subprocurador-geral de justiça para Assuntos Jurídicos, Francisco das Chagas Barros de Sousa.

Representando a segunda instância participaram do encontro as procuradoras de justiça Domingas Froz Gomes, Regina da Costa Leite, Flávia de Viveiros Vieira e Maria de Fátima Travassos Cordeiro. Os promotores de justiça Willer Siqueira Gomes e Fátima Arôso Mendes representaram as Promotorias de Execução Penal e a promotora Marcia Moura Maia (titular da 12ª Promotoria de Justiça Criminal) falou em nome do Centro de Apoio Operacional Criminal.

Segundo o subprocurador-geral de justiça para Assuntos Jurídicos, a ideia de promover a reunião tem o objetivo de aproximar as duas instâncias do MPMA em torno do debate de temas que são comuns à atuação de promotores e procuradores de justiça. “As reuniões temáticas irão acontecer constantemente para promovermos a integração das duas instâncias, propiciando a discussão de assuntos de interesse da instituição”, destacou.

Luiz Gonzaga Coelho elogiou a iniciativa da reunião e ressaltou a importância do debate, entre os membros do Ministério Público do Maranhão, acerca de conteúdos que integram o conjunto de atribuições ministeriais, como a execução penal.

MONITORAMENTO ELETRÔNICO

Subcoordenadora do CAOp Criminal, Márcia Moura Maia apresentou dados sobre o sistema de monitoramento eletrônico no Maranhão, destacando resultados obtidos e os desafios a serem enfrentados. Atualmente, segundo a promotora, existem no Estado 1.134 pessoas monitoradas por tornozeleira eletrônica, sendo 510 na capital e 624 no interior.

Disciplinada pela portaria conjunta nº 09/2017, lançada pelo Poder Judiciário, Ministério Público do Maranhão, Defensoria Pública do Estado e Secretaria de Estado da Administração Penitenciária, a utilização da monitoração eletrônica, no entendimento da promotora, é uma medida positiva como alternativa diversa da prisão, que, no entanto, precisa ser ajustada.

“Há alguns gargalos que devem ser trabalhados entre as instituições para que a monitoração eletrônica funcione como mais agilidade e eficiência”, sugere.
No Maranhão, a gestão do serviço de monitoração eletrônica compete à Secretaria de Estado da Administração Penitenciária, por meio da Supervisão de Monitoração Eletrônica, que é responsável por atender as demandas de utilização das unidades judiciárias criminais e de execução penal do Estado.

Redação: CCOM-MPMA