Campanha “Silêncios que Clamam: vozes pela dignidade e proteção integral das crianças e adolescentes” foi apresentada a membros do MP de Goiás

A promotora de justiça Patrícia Fernandes Gomes Costa Ferreira, titular da 4ª Promotoria de Justiça Criminal de Imperatriz, participou, nesta quarta-feira (15), de reunião institucional com membros do Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO) para apresentar a campanha “Silêncios que Clamam” e promover a troca de experiências na área da infância e juventude.
A campanha, desenvolvida pelo Ministério Público do Maranhão (MPMA), tem como objetivo romper o ciclo de violência e exploração sexual de crianças e adolescentes em Imperatriz, incentivando a sociedade a denunciar, fortalecendo a rede de proteção e contribuindo para a garantia dos direitos desse público.

Durante o encontro, foram compartilhadas informações sobre as estratégias adotadas pelo MPMA no enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes, bem como iniciativas desenvolvidas pelo MPGO na área da infância e juventude, possibilitando o intercâmbio de experiências entre as instituições.
A reunião foi aberta pelo procurador-geral de justiça do MPGO, Cyro Terra Peres, e contou também com a participação do PGJ do Maranhão, Danilo de Castro, por meio de videoconferência. Estiveram presentes também a subprocuradora-geral de Justiça para Assuntos Institucionais do MPGO, Sandra Mara Garbelini; o subprocurador-geral de Justiça para Assuntos de Planejamento, Estratégia e Inovação, Marcelo André de Azevedo, e o coordenador da área de atuação da infância e juventude, Pedro de Mello Florentino. Também participaram por videoconferência a equipe de assessores da 4ª Promotoria de Justiça Criminal de Imperatriz.

“Tive a imensa alegria de cruzar as fronteiras do nosso Maranhão para um intercâmbio de vivências e estratégias no MPGO, minha terra natal, apresentando a Campanha Silêncios que Clamam. Mais do que uma troca institucional, foi um verdadeiro encontro de almas irmanadas pelo mesmo propósito: a defesa inegociável da vida e da dignidade dos nossos pequenos”, destacou a promotora de justiça do MPMA.
Redação: CCOM-MPMA