Quatrocentos processos foram analisados no primeiro dia do mutirão processual que se iniciou nesta segunda-feira (26), na comarca de Santa Luzia do Paruá (a 163 km de São Luís). Todas as questões envolvidas nos processos foram solucionadas. A atividade, realizada conjuntamente pelo Ministério Público e Tribunal de Justiça, envolve cerca de 60 pessoas entre promotores de Justiça, juízes, servidores do fórum e da Promotoria de Justiça, policiais e servidores da prefeitura do município.
Durante o mutirão, que se estende até esta quinta-feira, 26, devem ser realizadas cerca de 400 audiências para agilizar o andamento de processos que tramitam na comarca, em que atualmente aproximadamente 2000 processos aguardam conclusão. São questões em sua maioria referentes a registro público, reconhecimento de paternidade e demandas judiciais de funcionários públicos junto à prefeitura de Santa Luzia do Paruá.
De acordo com o do promotor de Justiça de Santa Helena, Emmanuel José Peres Netto Guterres Soares, que responde temporariamente pela comarca de Santa Luzia do Paruá, as audiências estão sendo realizadas simultaneamente em oito salas do Fórum da cidade. Para facilitar o andamento das audiências, as partes interessadas nos processos apreciados ficam concentradas em um colégio localizado ao lado do fórum.
Além de Guterres, participam do mutirão os promotores de Justiça Carlos Róstão Martins Freitas (Penalva), Fernando Berniz Aragão (Olho d’Água das Cunhãs), André Charles Alcântara (Governador Nunes Freire) e Sandro Carvalho Lobato de Carvalho (Matinha), que integram o Grupo de Promotores Itinerantes (GPI), idealizado para auxiliar em comarcas com volume processual elevado.
A iniciativa de realização da atividade foi do juiz de Santa Luzia do Paruá, Rodrigo Nina, e conta, ainda, com a participação dos juízes das comarcas de Guimarães, Cantanhede, Governador Eugênio Barros, Dom Pedro, Paulo Ramos, Mirador e Colinas.