


O Ministério Público maranhense titularizou, na segunda-feira, 10, em solenidade na Procuradoria Geral de Justiça, mais oito promotores de Justiça.
Passaram a titularidade os promotores de Justiça: Karen Fuly de Castro – município de Passagem Franca; Gleudson Malheiros Guimarães – Itinga do Maranhão; Carla Tatiana Pereira de Jesus – Amarante do Maranhão; Simone Chrystine Santana Valadares – Igarapé Grande; Lays Gabriella Pedrossa Souza – Carutapera; Marina Carneiro Lima – Mirinzal; Ricardo Misko Campineiro – Cedral; e Romero Lucas Rangel Piccoli – Pio XII.
A titularização vem atender à necessidade de ampliar ainda mais os serviços prestados pelo Ministério Publico do Maranhão à sociedade. Com o ato, os novos promotores, aprovados no último concurso, deixaram de ser substitutos e passaram a titular. Agora, eles vão responder diretamente pela comarca e integram a Entrância Inicial do orgão ministerial.
A promotora de Justiça, Karen Fully, disse que como titular poderá estabelecer um trabalho mais concreto com a sociedade do município de Passagem Franca, cuja comarca passa a ter uma promotora de Justiça mais presente. Já a promotora Marina Lima, responsável pela comarca de Mirinzal, falou que estava se sentindo muito feliz e que agora vai poder verificar com mais intensidade a aplicação dos recursos públicos. “Agora tenho a possibilidade de fortalecer a minha atuação como membro do Ministério Público e ajudar a promover justiça e mais dignidade, principalmente para as pessoas carentes que são as que mais precisam da instituição”.
A solenidade ocorrida no gabinete da procuradora-geral de Justiça, Maria de Fátima Rodrigues Travassos Cordeiro, contou com a presença da corregedora-geral Selene Coelho, do subprocurdor-geral Juridico, Eduardo Nicolau e da subprocurdora-geral Administrativa, Regina Leite, além de procuradores e promotores de Justiça.
Na ocasião, a procuradora-geral de Justiça ressaltou a importância da titularização, porque a partir de agora o promotor de Justiça passa a ter assegurada a sua inamovibilidade, ou seja, a garantia de que se conserve permanentemente na comarca em que atua e de onde só será removido unicamente a pedido ou por promoção. “Com a titularização, quem mais ganha é a comunidade que passa a ter um promotor de Justiça muito mais tempo conhecendo e vivenciando a realidade do local, assim poderá atender melhor a comunidade”, frisou a procuradora-geral.
Atualmente o parquet maranhense é composto por 31 procuradores de Justiça na ativa; 84 promotores de Justiça na Entrância Final; 99 na Entrância Intermediária, e com os novos titulares a Entrância Inicial passou a ter 55 promotores de Justiça.