Em reunião coordenada pela procuradora-geral de Justiça, Maria de Fátima Rodrigues Travassos Cordeiro, promotores de Justiça das áreas de Execução Penal e Investigação Criminal, decidiram realizar visita ao Complexo Penitenciário de Pedrinhas para acompanhar a rotina no local após a rebelião, que durou cerca de 27 horas e resultou na morte de 18 presos. A diligência foi realizada ao fim do encontro na manhã desta quarta-feira, 10.
Participaram da reunião na PGJ a corregedora-geral do MPMA, Selene Coelho de Lacerda; ouvidora-geral, Iracy Figueiredo Aguiar; os promotores JorgeAvelar (Execução Penal), Haroldo Batista de Paiva, Cláudio Guimarães (Investigação Criminal); os promotores corregedores Carlos Augusto Oliveira e Francisco Aquino; além do promotor e assessor da Procuradora-geral, Cláudio Cabral, que, ao lado do promotor Luiz Muniz (Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas – GCOC), foi designado pela PGJ para acompanhar as negociações com os presos logo após o início da rebelião.
No encontro, Fátima Travassos lembrou que o número de promotorias de Execução Penal passará de duas para quatro. “Estamos trabalhando pela resolutividade do problema carcerário no Maranhão e vamos continuar o gerenciamento dessa tragédia ocorrida em Pedrinhas”, assinalou.