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Noite Cultural do Instituto Maná mobiliza a cidade

Publicado em 08/08/2008 14:32 - Última atualização em 03/02/2022 16:56

A quinta-feira (dia 7), na cidade de Codó, foi marcada pela realização da Noite Cultural do Instituto Maná. Crianças, adolescentes e jovens participantes do Instituto Maná e de outras entidades apresentaram seus talentos à população que lotou o Teatro de Arena, no centro da cidade. Membros do Ministério Público, da Justiça, representantes dos poderes executivo e legislativo, sociedade civil organizada e diversos segmentos da comunidade assistiram às apresentações culturais.

Na ocasião, a procuradora-geral de Justiça Maria de Fátima Rodrigues Travassos Cordeiro, destacou o trabalho pioneiro realizado pelo instituto na inclusão social do público infanto-juvenil e prevenção contra a violência em Codó. “Não podemos construir um mundo melhor sem contribuir para garantir o direito da criança e do adolescente”, refletiu. Na avaliação de Fátima Travassos, a iniciativa da promotora de Justiça Theresa Maria Muniz Ribeiro, ao criar o Maná, exemplifica a atuação do Ministério Público maranhense como agente de transformação social.

Segundo a idealizadora do Instituto Maná, Theresa Maria Muniz Ribeiro, a presença da comunidade codoense no evento é resultado do apoio e da credibilidade conquistada pelo instituto e pelo Ministério Público ao atuar na defesa das crianças e adolescentes, conforme determina a Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). “A avaliação é positiva. A sociedade está participando e nos apoiando”, afirmou.

Além de abrir um espaço para divulgar os talentos e incentivar a produção cultural, o evento contribui para difundir entre a população a idéia de proteção integral ao público infanto-juvenil. A opinião é compartilhada pelo adolescente Lucas da Silva Alves, 13 anos. Ele participa das atividades do Maná há um ano e dois meses e tem aulas de música de segunda a sexta-feira. “É um espaço de conhecimento, aprendizagem”.

No palco, além de cantar clássicos da música popular brasileira, Lucas participou da abertura do evento com um número de acrobacia. As técnicas foram aprendidas em uma oficina de artes circenses, ministrada no Maná por três semanas. A diversidade de atividades oferecidas aos jovens faz parte da estratégia pedagógica de incentivar a busca pelo conhecimento. Para José Francisco Farias, 18, a interação com os coordenadores, professores, voluntários e outros participantes do instituto contribui para o clima positivo das atividades realizadas pelos participantes. “É uma família”.

O projeto foi idealizado com o objetivo de oferecer assistência ao público infanto-juvenil em situação de risco social e em conflito com a lei. “Não havia nenhum espaço, em Codó, para o cumprimento de medidas sócio-educativas em meio aberto”, informou a promotora de Justiça Theresa Muniz. Hoje, a maioria dos participantes do Maná não se enquadra neste perfil, ampliando o atendimento a outros jovens. É o caso de Lucas e José Francisco. Eles não cumprem medidas sócio-educativas e têm satisfação de integrar as atividades.

O Instituto Maná é uma entidade filantrópica, sem fins econômicos, criada em 2006.Os jovens são atendidos por uma equipe multidisciplinar, composta por psicólogas e assistentes sociais. O projeto conta com o apoio de empresários e da comunidade local. Uma diretoria colegiada é responsável pela gestão dos recursos, fiscalizados pelo Ministério Público.

Autoridades – Além da procuradora-geral de Justiça, Maria de Fátima Rodrigues Travassos Cordeiro, participaram do evento a subprocuradora-geral de Justiça para assuntos jurídicos, Nilde Cardoso Macedo Sandes; a procuradora de Justiça e coordenadora do Centro de Apoio Operacional da Infância e Juventude, Selene Coelho de Lacerda; os promotores de Justiça de Codó Gilberto Câmara França Júnior e Esdras Liberalino Soares Júnior.

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Redação: Johelton Gomes (CCOM-MPMA)