
Com o objetivo de sensibilizar e discutir estratégias de efrentamento do problema, o Seminário Estadual “Bullying no ambiente escolar”será realizado no auditório da Procuradoria Geral de Justiça (PGJ – Centro), na quinta-feira, 25, das 13h às 18h. A realização é do Grupo de Trabalho de Enfrentamento ao Bullying, que reúne 20 instituições parceiras, entre as quais Ministério Público do Maranhão, Plan Brasil e Secretarias Municipal e Estadual de Educação.
A programação do seminário destaca apresentação teatral, palestras e mesa-redonda. O grupo de teatro da Escola Municipal Sérgio Cunha apresentará, às 14h20, o espetáculo “Bullying 0 Conscientização 10”.
Na sequência, a consultora da ONG Plan Brasil, Cléo Fante, uma das maiores especialistas no tema, profere a palestra “Bullying x Educar para a paz”; e a psicopedagoga Vitória Raquel Pereira de Souza, mestranda em psicanálise, falará sobre “As implicações do Bullying no processo Ensino-Aprendizagem”.
“Violência escolar: Ações de enfrentamento” será o tema de mesa-redonda, sob coordenação da promotora de Justiça Marcia Moura Maia, do Centro de Apoio Operacional da Infância e Juventude (CAOp-IJ). Participarão da discussão, representantes da Promotoria Estadual de Educação, Grupo Especial de Apoio às Escolas da Polícia Militar, Secretarias Municipal e Estadual de Educação, Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente e Conselho Estadual de Educação.
O evento tem como público-alvo professores, acadêmicos, representantes de instituições públicas e privadas, profissionais das áreas da Justiça, Saúde, Assistência e outros.
O que é Bullying?
É uma forma de violência mais incidente entre crianças e adolescentes. Na prática, ocorre quando um estudante ou grupo elege como alvo outro(s), de forma repetitiva a exposições intimidatórias, por meio de apelidos pejorativos, perseguições, ameaças, difamações.
As agressões, sem motivações e cruéis, podem acontecer de diversas formar: verbal, moral, sexual, física, social, material, psicológica e virtual. As vítimas sofrem tensão crescente, o que representa risco para o uso de drogas e suicídio. O agressor tem maior probabilidade de sofrer de ansiedade e depressão, estando também sob risco de suicídio e autoflagelação.