Homem também foi condenado por tentativas de homicídio contra outros três policiais

Em sessão do Tribunal do Júri realizada na última quinta-feira, 12, no Fórum de Santa Luzia do Paruá, Bruno Manoel Gomes Arcanjo foi condenado a 43 anos e seis meses de prisão, em regime inicialmente fechado. O réu foi condenado pelo homicídio qualificado do agente de Polícia Civil Marcelo Soares da Costa e pela tentativa de homicídio do delegado Laércio Evangelista Pires Ferreira e dos agentes João Francisco Braz Vaz e Egídio dos Santos Silva Filho, todos da Polícia Civil do Estado do Piauí.
Bruno Manoel Arcanjo foi considerado inocente, pelo Conselho de Sentença, da tentativa de homicídio contra ao agente Attila Oliveira Soares.
De acordo com a Denúncia apresentada pelo Ministério Público do Maranhão, o crime ocorreu em 3 de setembro de 2024, quando a equipe da Polícia Civil do Piauí foi à casa do réu para cumprir um mandado de prisão pela prática de crimes no âmbito do Detran do Piauí. A equipe se identificou e, sem resposta, arrombou a porta da residência. Ao entrarem, Bruno Manoel Arcanjo surgiu de um dos quartos atirando contra os policiais. Marcelo Soares Costa foi atingido e não resistiu à gravidade do ferimento.
Atuaram no júri os promotores de justiça Felipe Boghossian Soares da Rocha (que responde pela Comarca de Santa Luzia do Paruá) e Frederico Bianchini Joviano dos Santos, tendo como assistentes de acusação os advogados Itallo Gutembergue Teles Coutinho Silveira e José Riandson Morais de Sousa. O júri foi presidido pelo juiz Humberto Alves Júnior.
Redação: CCOM-MPMA