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MPMA participa da abertura do Seminário Improbidade Administrativa e Crimes contra a Administração Pública

Publicado em 25/05/2017 12:03 - Última atualização em 04/02/2022 15:30

Foto oficial SeminarioPúblico PalestraDiscurso PGJ SeminarioEntrega diploma Seminario Seminário acontece até sexta-feira em São Luís

O procurador-geral de justiça, Luiz Gonzaga Martins Coelho, participou da abertura do II Seminário Improbidade Administrativa e Crimes Contra a Administração Pública. A solenidade aconteceu na noite desta quarta-feira, 24, no auditório do Fórum Desembargador Sarney Costa, em São Luís.

Além do chefe do MPMA, compuseram a mesa o presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão, desembargador Cleones Cunha; o procurador-geral do Estado do Maranhão, Rodrigo Maia, representando o governador; o procurador do Ministério Público de Contas, Jairo Cavalcante Vieira; o presidente do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão, José Ribamar Caldas Furtado; o desembargador José Luiz Oliveira de Almeida, representando o diretor da Escola Superior da Magistratura; o juiz auxiliar da Corregedoria de Justiça, Gladston Luiz Nascimento Cutrim, representando a Corregedoria Geral de Justiça do Maranhão; o juiz Manoel Matos de Araújo Chaves, representando o diretor do Fórum Des. Sarney Costa; o presidente da Associação do Ministério Público do Maranhão, Tarcísio José Sousa Bonfim; o diretor acadêmico da Associação dos Magistrados do Maranhão, André Bogéa Pereira Santos, representando o presidente da Associação dos Magistrados do Maranhão.

Em seu pronunciamento, o procurador-geral de justiça destacou a importância dos debates sobre a corrupção, bem como a atuação firme do Ministério Público e do Poder Judiciário. “Todos os dias vemos um escândalo novo em nosso país. E os efeitos são devastadores. São crianças que ficam sem escola e sem merenda, gente morrendo por falta de hospitais e falta de políticas públicas são apenas alguns dos exemplos. O dinheiro que é desviado nos esquemas de corrupção poderia ser revertido para melhorar a vida da nossa população. É isso que o Ministério Público quer: a correta aplicação dos recursos públicos, a punição dos corruptos. Não chegamos ao final da sujeira em nosso país. Chegamos ao início da limpeza disso tudo”, destacou.

O presidente do TJ, o procurador-geral do Estado e o presidente do TCE-MA também ressaltaram a relevância da discussão do tema, os efeitos da corrupção, a necessidade de parcerias para combater os crimes e a importância do engajamento de todos.

Na sequência, o professor Luís Flávio Gomes proferiu a palestra de abertura “Lava Jato, Estado de Direito e Futuro do Brasil.” Ele criticou os esquemas de corrupção e seus efeitos, mostrou-se perplexo com o volume de dinheiro desviado, defendeu a punição de todos os envolvidos. “Corrupto não pode governar uma nação, estado ou município. Falo de corrupto no real sentido da palavra, independente de partido, de localidade. Não estou falando de punir apenas um partido A ou B. Estou falando de punir todos.” Ele elogiou, ainda, a iniciativa do seminário. “O evento retrata a vontade e o compromisso das pessoas que querem mudar essa situação.”

O SEMINÁRIO

O II Seminário Improbidade Administrativa e Crimes Contra a Administração Pública é uma iniciativa do movimento “Maranhão contra a Corrupção” e reunirá, até sexta-feira, membros do Ministério Público do Maranhão, magistrados, delegados, defensores públicos, advogados, estudantes e representantes da sociedade civil para discutir a adoção de medidas de combate à corrupção no espaço público estadual.

Como palestrantes, estão confirmadas as presenças de José Ribamar Caldas Furtado (presidente do TCE/MA), Jairo Cavalcanti Vieira (procurador-geral do Ministério Público de Contas/MA), Marco Aurélio Alves Adão (procurador-chefe da Procuradoria da República no Piauí), Ana Luiza Almeida Ferro (titular da 14a Promotoria de Justiça Criminal), Marcelo Santana Farias (juiz titular da 1a Vara da Comarca de Lago da Pedra e 74a Zona Eleitoral e especialista em Direito do Estado), Gabriel Carvalho e Neves (delegado coordenador do Laboratório de Tecnologia Contra Lavagem de Dinheiro da Polícia Civil do Maranhão), Américo Bedê Júnior (juiz federal titular criminal).

Redação: CCOM-MPMA
Fotos: Romeu Ribeiro