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Panorama sobre programa Café Sustentável é apresentado na ESMP

Publicado em 25/03/2021 16:09 - Última atualização em 03/02/2022 16:02

café sust panoramaNa manhã desta quinta-feira, 25, foi promovida, de forma virtual, uma apresentação do Programa Café Sustentável, realizado pelo Ministério Público do Maranhão em parceria com a Universidade Estadual do Maranhão (Uema). A exposição foi feita no canal do YouTube da Escola Superior do Ministério Público do Maranhão (ESMP).

O objetivo do programa é promover a reutilização e compostagem da borra de café entre servidores e terceirizados do MPMA, por meio da capacitação, além de estimulá-los a produzir o composto à base de borra de café.

As palestrantes foram as professoras da Uema Andréa Araújo do Carmo e Ariadne Enes Rocha. Atuou como mediadora a procuradora de justiça Mariléa Campos dos Santos Costa, presidente da Comissão de Gestão Ambiental do MPMA.

Na abertura, o procurador-geral de justiça, Eduardo Nicolau, saudou a todos os presentes e lamentou a situação de agravamento da pandemia, com o aumento do número de óbitos, evidenciando a necessidade de vacinação. “De qualquer maneira, fico feliz em ver que o Ministério Público, mesmo com todas as atribulações, consegue manter as atividades e faz o seu papel. Não parou e não vai parar. Que tenhamos um excelente evento”, destacou.

A diretora da ESMP, Karla Adriana Farias Vieira, cumprimentou os participantes e enfatizou a importância da continuidade do trabalho do MPMA neste momento de enfrentamento da pandemia. “Nós temos feito um esforço para manter a instituição em funcionamento, porque a sociedade precisa da máquina integral do Ministério Público do Maranhão. Nós temos que dar nossa contribuição para a construção de uma sociedade justa, livre e solidária. Dentro deste contexto, apoiamos o Café Sustentável e todas as iniciativas de educação ambiental”.

Em seguida, a presidente da Comissão Ambiental do MPMA, Mariléa dos Santos Costa, comentou sobre o trabalho de sustentabilidade desenvolvido pelo Projeto Integrar e Florescer, cujo objetivo é otimizar o uso de recursos, no ambiente laboral, evitando o desperdício. A procuradora de justiça igualmente ressaltou a importância do programa Café Sustentável. “O ambiente de trabalho é o local em que passamos mais tempo na vida. Por isso, elaboramos um plano de ação para a conscientização de membros e servidores para economizar material de expediente. Já o reaproveitamento da borra de café vem sendo colocado em prática pela instituição, agora em parceria com a Uema”, declarou.

PALESTRAS

A primeira palestrante, a professora da Uema Andréa Araújo do Carmo, discorreu sobre o histórico da Superintendência de Gestão Ambiental da referida Universidade, que desenvolve iniciativas de educação ambiental desde 2006, interna e externamente, em consonância com a agenda ambiental da administração pública, o que inclui gestão de resíduos, uso racional de recursos, sensibilização e qualidade de vida. “É um desafio para uma autarquia pública estadual, com todas as dificuldades que conhecemos, manter programas e projetos ligados à gestão ambiental”.

Andréa do Carmo afirmou que as atividades devem estar em sintonia com os sete erres (7 Rs) referenciados pela educação ambiental: repensar, recusar, reduzir, reparar, reutilizar, reciclar e reintegrar. “O trabalho de reaproveitamento da borra de café na compostagem é um exemplo deste processo, porque reintegra este resíduo produzido nos setores da instituição à natureza”, disse.

A professora destacou, ainda, as premiações nacionais recebidas pela Uema em reconhecimento ao trabalho de gestão ambiental e ao projeto desenvolvido pela Ecoliga, que envolve o Ministério Público do Maranhão e diversas instituições do sistema de justiça e de outras áreas como a UFMA. A rede tem o objetivo de aprimorar a gestão socioambiental das instituições participantes e o desenvolvimento sustentável. “Foi por meio da Ecoliga que nos aproximamos do Ministério Público do Maranhão para elaborarmos o Café Sustentável, com o objetivo de dar o destino adequado à borra de café produzida na instituição”.

A segunda palestrante da manhã, a professora Ariadne Enes Rocha, fez um resgate das atividades conjuntas realizadas entre a Uema e o MPMA para a reutilização da borra de café, que antecederam a formalização do termo de cooperação técnica firmado em setembro de 2020. “Muito antes de a parceria ser formalizada já havia uma preocupação de membros e servidores da instituição ministerial em dar um destino correto ao resíduo do café. Para isso, foram realizadas oficinas teóricas e práticas para o reaproveitamento do resíduo, com a produção de barras de sabão e o plantio de mudas de espécies medicinais”.

Além de destacar os objetivos do programa Café Sustentável, ela detalhou o trabalho de mapeamento das áreas verdes do entorno dos prédios do MPMA para a implantação da usina de compostagem e adubação. O levantamento foi feito por professores e alunos da Uema. 

“Agora, vamos ofertar para membros e servidores as capacitações do programa por meio da plataforma da ESMP”, completou

Redação: CCOM-MPMA