
O Tribunal do Júri da Comarca de Alto Parnaíba condenou, em 30 de novembro, Neurivan Mascarenhas da Cunha a 16 anos e seis meses de prisão pelo assassinato de Otávia Lima Guimarães, crime cometido em 2 de julho de 2013.
Preso em flagrante, o réu já tinha cumprido, no dia do julgamento, três anos e 27 dias da pena, restando para cumprir, portanto, 13 anos, cinco meses e três dias.
Defendeu a tese do Ministério Público do Maranhão de homicídio qualificado o promotor de justiça Tiago Quintanilha Nogueira. Proferiu a sentença a juíza Nuza Maria Oliveira Lima.
O Conselho de Sentença acolheu a tese que o réu cometeu o crime em um sítio às margens do Rio Medonho, onde sufocou a vítima e jogou o corpo dentro de um brejo. Otávia Guimarães deixou quatro filhos.
O condenado trabalhava como caseiro na chácara da vítima. Um dos motivos do crime foi a promessa de recompensa que um ex-companheiro da vítima fez a Neurivan da Cunha. No momento, o mandante está sendo investigado.
Redação: Eduardo Júlio (CCOM-MPMA)