A procuradora-geral de Justiça, Maria de Fátima Rodrigues Travassos Cordeiro, participou na última quinta-feira (15), em Curitiba, da cerimônia de posse da nova diretoria do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União (CNPG), eleita para o biênio 2009/2010.
O novo presidente, Olympio de Sá Sotto Maior Neto, procurador-geral do Ministério Público do Paraná, assumiu em substituição a Leonardo Azeredo Bandarra, procurador-geral do Distrito Federal e Territórios, que exerceu o cargo entre 2008 e 2009. Na mesma solenidade, foram empossados ainda os vice-presidentes regionais do CNPG: da região Norte, Ivanildo de Oliveira (PGJ-RO); da região Nordeste, Maria do Perpétuo Socorro França Pinto (PGJ-CE); da região Centro-Oeste, Marcelo Ferra de Carvalho (PGJ-MT); da região Sudeste, Cláudio Soares Lopes (PGJ-RJ); da região Sul, Simone Mariano da Rocha (PGJ-RS); e do Ministério Público da União, Otávio Brito Lopes (Procurador-Geral do Trabalho).
Ao transmitir o cargo Leonardo Bandarra citou a responsabilidade dos membros do Ministério Público de serem agentes de transformação social, e do CNPG, em possibilitar atuações de caráter nacional no que diz respeito à atividade fim do MP. Referindo-se ao novo presidente do colegiado,Bandarra o distinguiu como “mais do que um exemplo para o Brasil, procurador-geral de experiência, ligado à área de direitos humanos, professor de todos nós, e que tem o mesmo comprometimento com aquele sonho colocado na Constituição Federal”.
Atuação nacional – Em seu discurso, o procurador-geral do Ministério Público do Paraná e novo presidente do CNPG ressaltou a importância da atuação do Conselho, por meio do estabelecimento de programas e ações nacionais que têm transformado “as injustiças contidas na realidade social em comprometida atividade político-institucional para a construção de uma sociedade progressivamente melhor e mais justa”.
Olympio Sotto Maior enfatizou o programa “O que você tem a ver com a corrupção ?”, o recém editado “Manual de Controle Externo da Atividade Policial”, o acompanhamento da instalação e funcionamento dos Conselhos dos Direitos da Criança e do Adolescente e dos Conselhos Tutelares, entre outros.