
A Promotoria de Justiça Comunitária Itinerante e a Ouvidoria do Ministério Público do Maranhão estiveram reunidos, na noite desta terça-feira, 22, com a comunidade da Vila Cruzado e de bairros próximos como Vila Fialho, Recanto Fialho e Vila Jibóia. O objetivo da reunião foi apresentar aos moradores os serviços oferecidos pela Ouvidoria do MPMA. Estiveram presentes o titular da Promotoria Itinerante, Vicente de Paulo Silva Martins e a ouvidora-geral da instituição, a procuradora de justiça Mariléa Campos dos Santos Costa.
O promotor Vicente Martins abriu a reunião falando sobre o período em que a promotoria está instalada na Vila Cruzado e informando sobre as reuniões que tem realizado com os novos secretários municipais. O promotor recebeu da comunidade a confirmação de que a solução de algumas demandas levadas aos novos gestores já estão sendo providenciadas pela Prefeitura.
A ouvidora Mariléa Costa iniciou sua fala ressaltando a importância do trabalho desenvolvido pela Promotoria Itinerante, aproximando o Ministério Público da população. “Pelas 19 comarcas que passei, em todo o Maranhão, sempre fiz questão de trabalhar junto à comunidade”, lembrou.
Mariléa Costa explicou o que é a Ouvidoria e como é feito o trabalho desde o recebimento das denúncias e reclamações até o retorno que é dado ao cidadão. Segundo a ouvidora, a resolução dos problemas é, muitas vezes, obtida a partir de parcerias com outros órgãos e instituições.
Também foram explicadas as formas de acesso à Ouvidoria, por telefone, e-mail, carta ou no atendimento presencial, realizado na sede da Procuradoria Geral de Justiça (Rua Oswaldo Cruz, 1396 – Centro). A ouvidora ressaltou que é garantido o anonimato dos denunciantes nos casos que em que é necessário.
A procuradora Mariléa Costa também falou sobre a campanha lançada no final de 2012 pela Ouvidoria e promotorias de Defesa do Idoso e Pessoa com Deficiência a respeito dos riscos dos empréstimos consignados. A ouvidora ressaltou que não só os idosos precisam ter cuidado com os as quadrilhas de agenciadores e explicou formas de atuação dessas pessoas na aplicação de golpes.
A ouvidora e o promotor Vicente Martins receberam, em seguida, algumas demandas da comunidade. Foram levantados problemas de segurança, lançamento de esgotos em via pública e falta de professores na única escola do bairro, entre outros.
Redação: Rodrigo Freitas (CCOM-MPMA)